Dra. Aline Rangel, médica psiquiatra, psicoterapeuta e sexóloga

Psiquiatra em São Paulo e online: conheça a Dra. Aline Rangel

Texto e revisão técnica: Dra. Aline Rangel Médica psiquiatra, psicoterapeuta e sexóloga CRM-SP 132.102 | RQE 39.196 Publicado em: 15/04/2020...

Texto e revisão técnica: Dra. Aline Rangel Médica psiquiatra, psicoterapeuta e sexóloga CRM-SP 132.102 | RQE 39.196 Publicado em: 15/04/2020 Atualizado em: 27/07/2026
Psiquiatria, psicoterapia e sexualidade humana

Sou médica psiquiatra e psicoterapeuta. Atuo na interface da saúde mental com a sexualidade humana, acompanhando adolescentes e adultos em consultas presenciais em São Paulo e por telemedicina para todo o Brasil.

Minha prática reúne avaliação psiquiátrica cuidadosa, psicoterapia, psicofarmacologia quando indicada e atenção às dimensões afetivas, sexuais, familiares e sociais de cada história. O objetivo não é encaixar alguém em uma categoria, mas compreender o que produz sofrimento, o que mantém o problema e quais caminhos de cuidado são possíveis.

Em síntese

Meu trabalho clínico

  • Atendimento individual de adolescentes e adultos, com avaliação do sofrimento emocional, funcionamento, história de vida, relações, saúde física, sono e sexualidade.
  • Experiência clínica em psiquiatria geral e áreas de interface, incluindo ansiedade, depressão, transtorno bipolar, TDAH, TEA, alterações do sono, impulsividade, compulsões e dificuldades sexuais.
  • Cuidado afirmativo, não patologizante e atento às desigualdades para pessoas LGBT+, outras minorias sexuais e de gênero e pessoas expostas a estigma, discriminação ou barreiras de acesso.
  • Atendimento presencial em São Paulo e online para todo o Brasil, além de orientação parental, supervisão e atividades formativas.

Por que escolhi a psiquiatria

Aos 10 anos, eu já dizia que seria psiquiatra. A convivência com meu primo autista, criado comigo como um irmão, ensinou-me muito cedo que a ideia de “normalidade” pode ser estreita demais para acolher a complexidade humana. Essa experiência não substitui a formação científica, mas marcou a maneira como aprendi a perceber diferenças, necessidades de apoio, vínculos e formas singulares de existir.

Ao longo da vida profissional, esse olhar se ampliou. Aprendi que cuidar da saúde mental também é escutar aquilo que muitas vezes ainda não encontrou palavras: sofrimento, desejo, vergonha, medo, conflitos familiares, experiências de exclusão e tentativas de construir pertencimento.

Na prática clínica, procuro não começar pela pergunta “em qual diagnóstico esta pessoa cabe?”, mas por “o que aconteceu, como esse sofrimento se organiza e do que esta pessoa precisa para recuperar escolha, segurança e possibilidade de mudança?”.

— Dra. Aline Rangel

Psiquiatria, psicoterapia e sexualidade humana

Saúde mental e saúde sexual não são campos separados. Humor, ansiedade, trauma, sono, medicamentos, neurodivergência, imagem corporal, vínculos e contexto social podem interferir no desejo, na excitação, no prazer, no orgasmo, na ereção, na dor e no comportamento sexual. A sexualidade, por sua vez, pode ser fonte de bem-estar, conflito, vergonha, risco ou sofrimento psíquico.

Por isso, minha avaliação considera o funcionamento global da pessoa. Nem toda dificuldade sexual é psiquiátrica, nem todo comportamento frequente é compulsivo e nem toda angústia relacionada à identidade representa um transtorno. Quando há necessidade de avaliação ginecológica, urológica, endocrinológica, neurológica, psicoterápica específica ou terapia sexual de casal, o cuidado pode ser articulado com outros profissionais.

Psiquiatria clínica

Avaliação diagnóstica, investigação de comorbidades, riscos, fatores orgânicos e uso criterioso de medicamentos quando indicados.

Psicoterapia

Compreensão de padrões emocionais, relacionais e comportamentais, com espaço para elaboração, autonomia e mudança sustentada.

Saúde sexual

Cuidado sem moralismo para dificuldades sexuais, compulsões, conflitos, diversidade, vínculos e efeitos da saúde mental sobre a sexualidade.

Formação contínua e tradução do conhecimento científico para a prática clínica.

Quem acompanho no consultório

Atendo adolescentes e adultos. As hipóteses diagnósticas e o plano terapêutico são construídos após avaliação individual, porque sintomas semelhantes podem ter causas e funções distintas.

Humor, ansiedade e sono

Depressão, ansiedade, transtorno bipolar, alterações do sono, fadiga, irritabilidade, perda de interesse, dificuldades de regulação emocional e sofrimento associado ao estresse.

Neurodesenvolvimento

TDAH, TEA e dificuldades de funcionamento executivo, considerando história do desenvolvimento, contexto, comorbidades e impacto real na vida.

Impulsividade e compulsões

Compulsão alimentar, compras compulsivas, transtorno do jogo, uso problemático de pornografia, comportamento sexual compulsivo e outros padrões repetitivos com perda de controle e prejuízo.

Sexualidade e relacionamentos

Dificuldades ou disfunções sexuais com componente psicogênico, conflitos afetivos, sofrimento relacionado à sexualidade, efeitos de medicamentos e repercussões de condições psiquiátricas.

Também ofereço orientação a mães, pais e responsáveis diante de questões relacionadas à adolescência, sexualidade, limites, saúde mental e uso de tecnologia. Em contexto institucional, realizo consultoria e atividades formativas em Educação Sexual para escolas e equipes.

Cuidado afirmativo, minorias e saúde mental

Dra. Aline Rangel com mangas nas cores do arco-íris, em ícone associado ao cuidado afirmativo e à diversidade

Acompanho pessoas lésbicas, gays, bissexuais, assexuais, trans, travestis, não binárias, queer e outras pessoas que vivenciam questões relacionadas à orientação sexual, identidade ou expressão de gênero. Também considero como desigualdades sociais, raciais, corporais, geracionais, econômicas e relacionadas à deficiência podem atravessar o sofrimento psíquico e o acesso ao cuidado.

O termo minorias não significa que esses grupos sejam necessariamente pequenos. Ele descreve posições sociais marcadas por menor poder, menor representação ou maior exposição a estigma, violência e barreiras institucionais. Na clínica, isso exige escuta qualificada sem presumir que toda dificuldade decorra da identidade da pessoa.

  • pessoas LGBT+ e outras minorias sexuais e de gênero;
  • pessoas negras, indígenas, migrantes ou racializadas;
  • pessoas com deficiência e pessoas neurodivergentes;
  • pessoas vivendo com HIV ou outras condições estigmatizadas;
  • pessoas gordas ou expostas à discriminação corporal;
  • adolescentes e adultos em contextos de vulnerabilidade social.

O cuidado afirmativo não transforma diversidade em diagnóstico. Ele investiga e trata o sofrimento quando existe, considerando autonomia, rede de apoio, segurança, experiências de discriminação, conflitos familiares, saúde física e necessidades específicas. Cuidado afirmativo significa combinar respeito à identidade, rigor clínico e atenção aos efeitos do estigma e das desigualdades.

Como escolher um psiquiatra?

Escolher um psiquiatra envolve critérios objetivos de formação e segurança profissional, mas também aspectos pessoais, como confiança, comunicação e compatibilidade com a forma de cuidado proposta.

O primeiro passo é verificar se o médico possui inscrição ativa no Conselho Regional de Medicina, o CRM. Essa consulta pode ser feita gratuitamente na ferramenta Busca por Médicos, do Conselho Federal de Medicina, ou diretamente no site do Conselho Regional de Medicina do estado em que o profissional atua.

Além do CRM, verifique se o médico apresenta o Registro de Qualificação de Especialista em Psiquiatria, o RQE. Esse registro permite confirmar, perante o Conselho Regional de Medicina, que o profissional possui qualificação formal reconhecida na especialidade.

Por que o RQE em Psiquiatria é importante?

O RQE não é apenas mais um número colocado ao lado do CRM. Ele indica que a qualificação do médico como especialista foi registrada e reconhecida pelo Conselho Regional de Medicina.

No Brasil, essa qualificação pode ser obtida por duas vias principais: conclusão de um programa de Residência Médica em Psiquiatria credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica ou aprovação em processo de titulação reconhecido pela Associação Médica Brasileira e pela sociedade da especialidade. Depois disso, o título precisa ser registrado no CRM para que seja emitido o RQE.

Para se apresentar publicamente e divulgar sua atuação como psiquiatra, o médico deve possuir RQE em Psiquiatria. Cursos livres, especializações acadêmicas e pós-graduações podem ampliar a formação profissional, mas não substituem o registro oficial da especialidade.

Como conferir o CRM e o RQE

  • nome completo do profissional;
  • número e estado do CRM;
  • situação ativa do registro;
  • especialidade registrada como Psiquiatria;
  • número do RQE correspondente.

Esses dados ajudam a diferenciar a formação médica geral da qualificação oficialmente reconhecida como especialista.

Formação é essencial, mas não é o único critério

O CRM ativo e o RQE são requisitos fundamentais, mas não informam, sozinhos, como será a relação terapêutica. Também pode ser útil conhecer as áreas de maior experiência clínica do profissional, sua formação complementar, a maneira como conduz a avaliação e sua disponibilidade para explicar hipóteses diagnósticas e possibilidades de tratamento.

Indicações de outros profissionais de saúde ou de pessoas que já realizaram acompanhamento podem ajudar. Entretanto, uma experiência positiva para alguém não garante que o mesmo profissional seja adequado para todas as pessoas.

A relação terapêutica também precisa ser construída. É importante perceber se você se sente escutado, se consegue fazer perguntas e se as decisões são explicadas com clareza, sem julgamentos ou imposições.

Estigma e psiquiatria: por que ainda existe receio de procurar ajuda?

Muitas pessoas adiam uma avaliação psiquiátrica por medo de serem consideradas “fracas”, “loucas” ou incapazes. Outras temem receber um diagnóstico definitivo, precisar tomar medicamentos obrigatoriamente ou permanecer em tratamento durante toda a vida.

Essas ideias fazem parte do estigma ainda associado aos transtornos mentais e à própria Psiquiatria. Além de produzir vergonha e silêncio, esse estigma pode dificultar o reconhecimento do sofrimento e atrasar a busca por cuidado.

Procurar um psiquiatra não significa necessariamente ter uma doença grave. Também não significa que haverá prescrição de medicamentos. A consulta é um espaço de avaliação médica no qual se procura compreender sintomas, história de vida, funcionamento emocional, sono, saúde física, uso de medicamentos e substâncias, relações, contexto familiar e possíveis fatores associados ao sofrimento.

Receber um diagnóstico não deve significar ser reduzido a ele. Em uma avaliação cuidadosa, o diagnóstico funciona como uma hipótese clínica que organiza o cuidado, orienta decisões e pode ser revisto à medida que conhecemos melhor a história e a evolução de cada pessoa.

— Dra. Aline Rangel

O tratamento psiquiátrico é sempre para a vida toda?

Não. A duração do acompanhamento depende do diagnóstico, da gravidade dos sintomas, do número de episódios anteriores, dos riscos envolvidos, da resposta ao tratamento e das condições de vida de cada pessoa.

Alguns quadros são episódicos e podem exigir acompanhamento por um período delimitado. Outros são recorrentes ou crônicos e podem se beneficiar de cuidado prolongado. Mesmo nesses casos, a frequência das consultas, as estratégias terapêuticas e a necessidade de medicamentos devem ser reavaliadas ao longo do tempo.

O tratamento não deve continuar automaticamente apenas porque foi iniciado. Da mesma forma, não deve ser interrompido abruptamente sem avaliação, especialmente quando há uso de medicamentos.

Considere também a continuidade do acompanhamento

Antes de iniciar o tratamento, observe dias e horários disponíveis, atendimento presencial ou por telemedicina, localização do consultório, possibilidade de comparecer às consultas com regularidade, formas de contato administrativo, duração aproximada das consultas e organização dos retornos.

A proximidade do consultório pode facilitar o acompanhamento presencial, mas não deve ser o único critério. A telemedicina também pode favorecer a continuidade para pessoas que viajam, moram em outras cidades ou possuem rotinas pouco flexíveis. Mais importante do que escolher apenas o profissional mais próximo é encontrar um cuidado tecnicamente qualificado, eticamente responsável e viável dentro da sua rotina.

Sinais de uma relação terapêutica cuidadosa

  • procura conhecer sua história antes de chegar a conclusões;
  • explica suas hipóteses em linguagem compreensível;
  • considera diagnósticos diferenciais;
  • pergunta sobre saúde física, medicamentos, sono e uso de substâncias;
  • informa benefícios, riscos e alternativas das intervenções;
  • respeita dúvidas e decisões;
  • evita julgamentos morais e promessas de cura;
  • encaminha ou trabalha com outros profissionais quando necessário.

É legítimo buscar uma segunda opinião quando persistirem dúvidas sobre o diagnóstico, a indicação de tratamento ou a qualidade da relação estabelecida.

Formação acadêmica e trajetória profissional

Cursei Medicina e fiz Residência Médica em Psiquiatria na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tenho formação em Sexualidade Humana pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, em Farmacodependências e Dependências Comportamentais pelo PROJAD/UNIFESP e em Sono pelo Instituto do Sono/UNIFESP.

Concluí mestrado em Psicobiologia na UNIFESP e doutorado em Psicologia, com pesquisa em Sexualidade e Estudos de Gênero, na Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales, na Argentina.

Infográfico conceitual com três círculos sobrepostos: ciência, experiência e presença integradas no cuidado clínico
Ciência, experiência e presença orientam meu modo de cuidar. O diagrama é uma síntese conceitual e não representa promessa de resultado clínico.

Instituições presentes na minha trajetória

Minha formação, atuação, colaboração, supervisão e aperfeiçoamento incluem experiências de naturezas distintas nas instituições abaixo.

  • Universidade Federal do Rio de Janeiro e Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ)
  • Instituto do Sono/UNIFESP
  • PROJAD/UNIFESP
  • Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (ProSex/IPq-HC-FMUSP)
  • Ambulatório de Impulso Sexual Excessivo e de Prevenção aos Desfechos Negativos Associados ao Comportamento Sexual do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (AISEP/IPq-HC-FMUSP)
  • Serviço de Extensão ao Atendimento de Pacientes HIV/Aids (SEAP/HC-FMUSP) — Casa da Aids
  • Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo — SES-SP
  • Fundação CASA
  • CAPS AD III Infantojuvenil de São Bernardo do Campo
  • Hospital da Criança e do Adolescente
  • AME Pró-Trans, Prefeitura de Guarulhos
  • Escola SUS, Prefeitura de Guarulhos
  • Instituto Sedes Sapientiae
  • Dialectical Behavior Therapy (DBT), Linehan Institute
  • Neuropsychoanalysis Foundation
  • New York Psychoanalytic Society & Institute
  • Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales — UCES

* A menção é informativa e não implica vínculo atual, certificação ou endosso institucional.

Vinte anos de experiência no SUS

Atuei por cerca de 20 anos no Sistema Único de Saúde, em contextos que exigiram técnica, presença, trabalho em rede e responsabilidade ética. Essa trajetória consolidou uma compreensão de saúde mental que inclui condições de vida, família, violência, acesso ao cuidado, estigma, sexualidade e direitos.

Casa da Aids: saúde mental e saúde sexual

Na Casa da Aids, vinculada ao SEAP/HC-FMUSP, acompanhei de perto como a epidemia de HIV evidenciou dimensões do comportamento sexual dos brasileiros que permaneciam silenciadas. A experiência reforçou que saúde mental e saúde sexual precisam caminhar juntas, sem moralismo e sem negligência.

AISEP: compreender o sofrimento sexual sem reducionismo

Em 2016 e 2017, atuei como colaboradora no Ambulatório de Impulso Sexual Excessivo e de Prevenção aos Desfechos Negativos Associados ao Comportamento Sexual, o AISEP/IPq-HC-FMUSP. Foi um divisor de águas na minha trajetória clínica e acadêmica.

Ali encontrei pessoas que não buscavam simplesmente “diminuir o sexo”, mas recuperar controle, segurança, intimidade e coerência com a vida que desejavam construir. Essa experiência aprofundou minha compreensão do comportamento sexual compulsivo para além do rótulo simplificador de “vício”.

Adolescentes, trauma e vulnerabilidade psicossocial

Durante mais de 15 anos, trabalhei com adolescentes em situação de vulnerabilidade psicossocial, incluindo uso problemático de álcool, tabaco e outras drogas, comportamentos disruptivos, violência, negligência, sofrimento psíquico e cumprimento de medida socioeducativa na Fundação CASA.

Essa experiência ampliou minha compreensão sobre adolescência, trauma, masculinidades, sexualidade, vínculos familiares e prevenção. Também reforçou que o cuidado precisa incluir os contextos em que o adolescente vive: família, escola, comunidade, serviços e, quando relevante para a pessoa, espiritualidade.

Ensino, supervisão e pesquisa

Além do consultório, supervisiono residentes e desenvolvo atividades de ensino na interface entre psiquiatria, sexualidade e cuidado afirmativo. A formação de profissionais é uma parte importante do meu trabalho porque muitos temas de sexualidade ainda aparecem de forma insuficiente na graduação e na residência médica.

Minha pesquisa em Estudos de Gênero investiga novas configurações do masculino e do feminino no século XXI e suas relações com vínculos, comportamento e compulsões. Também realizo supervisão, discussão clínica e consultoria institucional para equipes que precisam trabalhar esses temas com responsabilidade ética e fundamento científico.

Como trabalho atualmente

Mantenho consultório particular em São Paulo e realizo teleconsultas para pessoas localizadas em todo o Brasil. A primeira avaliação ocorre em dois encontros: o primeiro é voltado a uma investigação clínica ampla e o segundo permite integrar informações, discutir hipóteses e construir o plano inicial de cuidado.

Avaliação inicial detalhada

Tempo e estrutura para compreender história, sintomas, funcionamento, tratamentos prévios, saúde física, vínculos e objetivos.

Plano individual

Psicoterapia, mudanças de rotina, redução de riscos, exames, encaminhamentos e medicamentos são considerados conforme a necessidade.

Continuidade

O acompanhamento é revisto conforme resposta, efeitos adversos, contexto de vida e prioridades da pessoa.

Para detalhes sobre duração, documentos, telemedicina e preparação, consulte a página primeira consulta com a psiquiatra. Para conteúdos educativos, visite os guias sobre compulsões, comportamento sexual compulsivo, sexologia, TDAH em adultos e assexualidade.

Perguntas frequentes

Que tipo de psiquiatra é a Dra. Aline Rangel?

A Dra. Aline é médica psiquiatra, psicoterapeuta e sexóloga, com atuação em psiquiatria geral e na interface com sexualidade humana, impulsividade, compulsões, sono, neurodesenvolvimento, adolescência e diversidade sexual e de gênero.

Como verificar se um psiquiatra tem RQE?

Consulte o nome do médico na ferramenta Busca por Médicos do CFM ou no Conselho Regional de Medicina. Verifique se o CRM está ativo, se Psiquiatria aparece como especialidade registrada e qual é o número do RQE.

A Dra. Aline atende como psiquiatra online?

Sim. O atendimento por telemedicina é realizado para pessoas em todo o Brasil, conforme critérios clínicos e normas vigentes. Também há atendimento presencial em São Paulo.

A primeira consulta com a psiquiatra ocorre em um único encontro?

A primeira avaliação foi estruturada em dois encontros. O primeiro é dedicado à investigação ampla e o segundo à integração das informações, discussão de hipóteses e planejamento inicial.

Ela atende adolescentes?

Sim. O atendimento considera idade, desenvolvimento, autonomia progressiva, participação de responsáveis e limites éticos de confidencialidade. A organização de cada avaliação depende da demanda e do risco clínico.

Ela realiza terapia de casal?

O atendimento é individual. Parcerias podem participar de momentos específicos quando isso for clinicamente pertinente e autorizado. Para terapia sexual ou conjugal de casal, pode haver encaminhamento a profissional especializado.

É necessário ter um diagnóstico para procurar uma psiquiatra?

Não. A avaliação pode ser procurada quando há sofrimento, mudança de funcionamento, dúvida diagnóstica, efeito de medicamentos, perda de controle sobre comportamentos ou necessidade de segunda opinião.

O cuidado afirmativo significa que não haverá avaliação psiquiátrica?

Não. Cuidado afirmativo significa respeitar identidade e diversidade sem patologizá-las. Sintomas, riscos, condições psiquiátricas, saúde física e necessidades de apoio continuam sendo avaliados de forma rigorosa.

Referências e fontes institucionais

  1. Conselho Federal de Medicina. (s.d.). Busca por médicos. Conselho Federal de Medicina.
  2. Conselho Federal de Medicina. (s.d.). Especialidades: Registro de Qualificação de Especialista. Conselho Federal de Medicina.
  3. Conselho Federal de Medicina. (2025). Justiça reafirma: título de especialista exige residência médica ou prova de título reconhecida. Conselho Federal de Medicina.
  4. Conselho Federal de Medicina. (2023). Resolução CFM nº 2.336/2023: publicidade e propaganda médicas. Conselho Federal de Medicina.
  5. Ministério da Saúde. (s.d.). Saúde mental: estigma e desafios. Ministério da Saúde.
  6. World Health Organization. (s.d.). Sexual health. World Health Organization.
  7. Meyer, I. H. (2003). Prejudice, social stress, and mental health in lesbian, gay, and bisexual populations: Conceptual issues and research evidence. Psychological Bulletin, 129(5), 674–697. PubMed.
  8. Hatzenbuehler, M. L. (2009). How does sexual minority stigma “get under the skin”? A psychological mediation framework. Psychological Bulletin, 135(5), 707–730. PubMed.
  9. Linehan Institute. (s.d.). Dialectical Behavior Therapy. Linehan Institute.
  10. Neuropsychoanalysis Association. (s.d.). The Neuropsychoanalysis Foundation. Neuropsychoanalysis Foundation.

Nota: esta página apresenta a trajetória e o escopo de atuação da autora. O conteúdo é educativo e não substitui avaliação individual.

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