Dra. Aline Rangel, psiquiatra e sexóloga

Psiquiatra em São Paulo e online: conheça a Dra. Aline Rangel

Psiquiatria e sexualidade com cuidado baseado em ciência e presença....
Psiquiatra em São Paulo e online

Sou médica psiquiatra, psicoterapeuta e sexóloga. Atendo adolescentes e adultos presencialmente em São Paulo e por telemedicina para todo o Brasil.

Minha prática integra avaliação psiquiátrica detalhada, psicoterapia e psicofarmacologia quando indicada, com atenção à saúde mental, ao sono, ao neurodesenvolvimento, à impulsividade, às compulsões e à sexualidade humana.

Você não precisa chegar à consulta sabendo qual é o seu diagnóstico. Muitas pessoas procuram uma psiquiatra porque perceberam mudanças no humor, na ansiedade, no sono, na atenção, no comportamento, nos relacionamentos ou na vida sexual e querem compreender melhor o que está acontecendo.

Dra. Aline Rangel · CRM-SP 132.102 · RQE 39.196

Atendimento psiquiátrico para adolescentes e adultos

  • Presencial em São Paulo e online para todo o Brasil.
  • Avaliação inicial em dois encontros, para investigar a demanda antes de consolidar hipóteses e decisões terapêuticas.
  • Atuação em ansiedade, humor, sono, TDAH, TEA, impulsividade, compulsões, sexualidade e cuidado afirmativo.
  • Integração entre psiquiatria, psicoterapia e uso de medicamentos quando houver indicação clínica.

Em que posso ajudar?

Uma mesma queixa pode ter diferentes causas. Dificuldade de concentração, por exemplo, pode aparecer no TDAH, mas também em depressão, ansiedade, privação de sono, uso de substâncias, efeitos de medicamentos ou sobrecarga. Por isso, meu trabalho começa pela avaliação e não pelo rótulo.

Ansiedade, humor, burnout e sono

Acompanho pessoas com ansiedade, crises de ansiedade, depressão, transtorno bipolar, irritabilidade, alterações do humor, esgotamento, dificuldades de regulação emocional e problemas relacionados ao sono.

Sono e saúde mental se influenciam mutuamente. Insônia, atraso de fase, sonolência, horários irregulares e privação de sono podem modificar humor, atenção, impulsividade e qualidade de vida.

TDAH, TEA e neurodesenvolvimento

Realizo avaliação e acompanhamento de adolescentes e adultos com TDAH, TEA e dificuldades relacionadas às funções executivas.

A investigação considera a história desde o desenvolvimento, o funcionamento atual, o contexto familiar, acadêmico e profissional e a possibilidade de outras condições produzirem sintomas semelhantes.

Impulsividade, compulsões e perda de controle

Uma área importante da minha prática é o cuidado de pessoas que percebem repetição de comportamentos apesar de consequências negativas ou dificuldade de interrompê-los.

Isso pode envolver compulsão alimentar, compras compulsivas, transtorno do jogo, uso problemático de pornografia, comportamento sexual compulsivo e outros comportamentos associados à impulsividade ou à perda de controle.

O objetivo não é moralizar o comportamento nem reduzi-lo automaticamente à ideia de “vício”. É compreender sua função, os fatores que o mantêm, os prejuízos produzidos e quais estratégias podem ampliar controle e capacidade de escolha.

Sexualidade e relacionamentos

Saúde mental e saúde sexual não são campos separados. Ansiedade, depressão, trauma, sono, medicamentos, condições clínicas, neurodivergência, imagem corporal e dificuldades relacionais podem interferir no desejo, excitação, prazer, orgasmo, ereção, dor e comportamento sexual.

Acompanho pessoas com dificuldades ou disfunções sexuais com componente psicogênico, sofrimento relacionado à sexualidade, efeitos sexuais de medicamentos, conflitos afetivos e comportamentos sexuais que passaram a produzir sofrimento ou prejuízo.

Quando é necessária avaliação ginecológica, urológica, endocrinológica ou outra abordagem especializada, o cuidado pode ser articulado com outros profissionais.

Adolescência e orientação a famílias

Atendo adolescentes considerando desenvolvimento, autonomia progressiva, relações familiares, escola, sono, tecnologia, sexualidade, neurodesenvolvimento, comportamento e saúde mental.

Quando indicado, mães, pais e responsáveis participam do processo de cuidado, respeitando os limites éticos de confidencialidade e as necessidades específicas de cada situação.

Como funciona a primeira avaliação psiquiátrica?

A avaliação inicial acontece em dois encontros. Essa estrutura permite investigar a situação com mais profundidade antes de consolidar hipóteses diagnósticas e decisões terapêuticas.

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Avaliação inicial detalhada

No primeiro encontro, procuro compreender o motivo da consulta e reconstruir a história relevante para o problema atual.

Podem ser avaliados sintomas, funcionamento, sono, desenvolvimento, saúde física, uso de medicamentos e substâncias, tratamentos anteriores, relações, sexualidade, rotina e acontecimentos importantes da história de vida.

2

Integração e plano individual

No segundo encontro, integro as informações obtidas, discuto as principais hipóteses e apresento um plano inicial de cuidado.

Esse plano pode incluir psicoterapia, mudanças de rotina, estratégias de redução de riscos, exames, encaminhamentos e medicamentos quando houver indicação clínica.

3

Continuidade

O acompanhamento não é uma repetição automática da primeira consulta.

Resposta ao tratamento, efeitos adversos, mudanças no contexto de vida, novas informações e prioridades da própria pessoa podem modificar o plano ao longo do tempo.

Psiquiatria e psicoterapia no mesmo cuidado

Nem toda consulta psiquiátrica termina com uma prescrição.

Medicamentos podem ser muito importantes em determinadas situações, mas são apenas uma das ferramentas possíveis. Quando indicados, considero benefício esperado, riscos, efeitos adversos, interações, saúde física, sono, sexualidade e preferências da pessoa.

A psicoterapia também faz parte da minha formação e da maneira como compreendo os problemas clínicos. Em alguns acompanhamentos, elementos psicoterápicos fazem parte do próprio cuidado; em outros, trabalho de forma articulada com o psicoterapeuta que já acompanha a pessoa.

Meu objetivo é construir um tratamento que faça sentido para o problema real — não simplesmente tratar uma lista de sintomas.

Ciência, experiência e presença

CiênciaTrabalhar com evidências, raciocínio clínico, atualização e reconhecimento dos limites do conhecimento disponível.
ExperiênciaMais de duas décadas de prática em diferentes contextos da saúde mental, inclusive no SUS, no atendimento de adolescentes e na interface entre psiquiatria e sexualidade.
PresençaEscutar a experiência singular da pessoa e construir o plano de tratamento com ela, e não apenas para ela.

Essas dimensões não substituem umas às outras. O cuidado clínico depende da integração entre elas.

Cuidado afirmativo, diversidade e saúde mental

Acompanho pessoas lésbicas, gays, bissexuais, assexuais, trans, travestis, não binárias, queer e outras pessoas que vivenciam questões relacionadas à orientação sexual, identidade ou expressão de gênero.

Também considero os efeitos que discriminação, violência, estigma, racismo, capacitismo, gordofobia, vulnerabilidade social e outras formas de desigualdade podem produzir sobre a saúde mental.

O cuidado afirmativo não transforma diversidade em diagnóstico. Ele investiga e trata o sofrimento quando existe, considerando autonomia, rede de apoio, segurança, experiências de discriminação, conflitos familiares, saúde física e necessidades específicas. Cuidado afirmativo significa combinar respeito à identidade, rigor clínico e atenção aos efeitos do estigma e das desigualdades.

Isso não significa atribuir todos os sintomas à condição de minoria. Depressão, ansiedade, TDAH, TEA, trauma, uso de substâncias, alterações do sono e outras condições continuam sendo investigadas segundo critérios clínicos.

Formação e experiência profissional

Cursei Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e fiz Residência Médica em Psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ).

Minha formação inclui Sexualidade Humana pelo Programa de Estudos em Sexualidade (PRO-SEX), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq/HC-FMUSP); Farmacodependências e Dependências Comportamentais pelo PROJAD/UNIFESP; e Sono pelo Instituto do Sono/UNIFESP.

Tenho Mestrado em Psicobiologia pela UNIFESP e Doutorado em Psicologia, com ênfase em Sexualidade e Estudos de Gênero, pela UCES.

Atuei durante cerca de 20 anos no SUS. Entre as experiências que tiveram maior influência sobre minha prática estão o trabalho com pessoas vivendo com HIV na Casa da Aids, a atuação com adolescentes em situação de vulnerabilidade psicossocial e a colaboração, em 2016 e 2017, no Ambulatório de Impulso Sexual Excessivo e de Prevenção aos Desfechos Negativos Associados ao Comportamento Sexual (AISEP/IPq-HC-FMUSP).

No AISEP, aprofundei meu trabalho com pessoas cujo comportamento sexual havia passado a produzir sofrimento, perda de controle ou consequências negativas. Essa experiência foi fundamental para minha compreensão atual das compulsões e do comportamento sexual compulsivo para além de explicações moralizantes ou excessivamente simplificadas.

Também desenvolvo atividades de ensino, supervisão e formação de profissionais na interface entre psiquiatria e sexualidade.

CRM e RQE

Dra. Aline Rangel · CRM-SP 132.102 | RQE 39.196

O CRM identifica o registro profissional do médico. O RQE — Registro de Qualificação de Especialista — informa que a especialidade médica registrada foi reconhecida pelo Conselho Regional de Medicina.

Psiquiatra presencial em São Paulo e atendimento online

Realizo atendimento particular em duas modalidades:

Presencial em São Paulo

Para quem prefere ou necessita de acompanhamento no consultório.

Psiquiatra online

Atendimento por telemedicina para pessoas em todo o Brasil, quando a modalidade é clinicamente adequada.

A modalidade pode ser discutida de acordo com a situação clínica e as necessidades de cada pessoa.

Perguntas frequentes

A Dra. Aline Rangel atende como psiquiatra online?

Sim. Realizo consultas por telemedicina para pessoas localizadas em todo o Brasil, quando essa modalidade é clinicamente adequada.

Há atendimento presencial com psiquiatra em São Paulo?

Sim. Também realizo atendimento presencial em consultório particular em São Paulo.

Que problemas posso levar para uma consulta psiquiátrica?

Você pode procurar avaliação diante de ansiedade, alterações de humor, depressão, suspeita de transtorno bipolar, dificuldades de sono, TDAH, TEA, impulsividade, compulsões, dificuldades relacionadas à sexualidade ou quando percebe uma mudança importante no seu funcionamento e ainda não sabe exatamente o que está acontecendo.

É necessário já ter um diagnóstico?

Não. Uma das funções da avaliação psiquiátrica é justamente investigar hipóteses diagnósticas e descartar outras explicações possíveis para os sintomas.

A Dra. Aline atende adolescentes?

Sim. O atendimento de adolescentes considera desenvolvimento, autonomia progressiva, participação dos responsáveis e limites éticos de confidencialidade.

A primeira consulta acontece em um único encontro?

Minha avaliação inicial é estruturada em dois encontros. O primeiro permite investigação clínica detalhada; o segundo é destinado à integração das informações, discussão das hipóteses e construção do plano inicial.

Todo tratamento psiquiátrico precisa de medicamentos?

Não. A indicação de medicamento depende da avaliação clínica. O tratamento também pode envolver psicoterapia, mudanças de rotina, intervenções sobre o sono, redução de riscos, exames ou encaminhamentos.

Psiquiatra também pode acompanhar questões relacionadas à sexualidade?

Sim. Saúde mental, medicamentos, condições clínicas, relacionamentos e sexualidade podem estar interligados. Minha atuação inclui a interface entre psiquiatria e sexualidade humana.

Conteúdo informativo. Esta página não substitui avaliação médica individual nem atendimento de urgência.

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