Comprimido branco ao lado de um copo de água, representando o tratamento com vilazodona

Vilazodona: antidepressivo para tratamento da depressão com ansiedade

Vilazodona: mecanismo, efeitos e cuidados...
Texto e revisão técnica: Dra. Aline Rangel Médica psiquiatra, psicoterapeuta e sexóloga CRM-SP 132.102 | RQE 39.196 Publicado em: 05/12/2024

A vilazodona, comercializada no Brasil como Aymee®, é um antidepressivo indicado para o tratamento do transtorno depressivo maior em adultos. Ela pertence ao grupo dos SPARI, medicamentos que combinam duas ações sobre o sistema da serotonina. A vilazodona reduz a recaptação desse neurotransmissor e também atua parcialmente no receptor 5-HT1A. Podemos dizer que ela ajuda a “manter mais serotonina disponível” entre os neurônios e, ao mesmo tempo, modula uma das vias que regulam essa comunicação. Isso não significa que depressão seja apenas “falta de serotonina”. O efeito antidepressivo envolve mudanças mais amplas e graduais no funcionamento cerebral.

O essencial em 60 segundos
  • A vilazodona é indicada para transtorno depressivo maior em adultos.
  • É chamada de SPARI porque combina inibição da recaptação de serotonina com ação parcial no receptor 5-HT1A.
  • Os efeitos sobre neurotransmissores começam cedo, mas a melhora clínica costuma aparecer gradualmente ao longo das semanas.
  • A vilazodona deve ser tomada com alimento. Uma refeição leve é suficiente. Não é necessário que seja rica em gordura.
  • Náusea e diarreia estão entre os efeitos adversos mais comuns, especialmente no início.
  • Alguns estudos sugerem um perfil sexual relativamente favorável, mas alterações de libido, excitação, orgasmo ou ereção ainda podem ocorrer.
  • Interrupção abrupta, redução rápida ou doses perdidas podem produzir sintomas de retirada, inclusive brain zaps.

O que é um SPARI?

SPARI é a sigla em inglês para serotonin partial agonist-reuptake inhibitor. Esse nome descreve um antidepressivo que combina duas formas de atuar sobre a transmissão serotoninérgica. A vilazodona inibe o transportador de serotonina, chamado SERT, e atua como agonista parcial do receptor 5-HT1A.

Depois que a serotonina é liberada no espaço entre dois neurônios, parte dela retorna para a célula de origem pelo SERT. Esse processo se chama recaptação. Numa explicação resumida, a serotonina é “recolhida” novamente pelo neurônio.

Ao bloquear parte desse transporte, “a vilazodona diminui esse processo de recaptação” e aumenta temporariamente a disponibilidade de serotonina naquele espaço. Ao mesmo tempo, o agonismo parcial do receptor 5-HT1A acrescenta uma segunda forma de modular o sistema serotoninérgico.

Primeira ação Reduz a recaptação pelo SERT Isso “dificulta a retirada rápida da serotonina” do espaço entre os neurônios.
+
Segunda ação Modula o receptor 5-HT1A A vilazodona estimula parcialmente esse receptor e modifica uma das vias envolvidas na regulação da serotonina.
SPARI não significa “um ISRS mais forte”. A sigla descreve um mecanismo farmacológico. Ela não permite concluir, sozinha, que a vilazodona será mais rápida, mais eficaz ou melhor tolerada do que outros antidepressivos para uma pessoa específica.

Como a vilazodona age: do comprimido ao cérebro

Depois que o comprimido é ingerido, a vilazodona é absorvida pelo trato gastrointestinal e passa para a circulação. A própria vilazodona já é farmacologicamente ativa. Ela não precisa ser transformada pelo fígado em outra substância para começar a exercer sua ação.

1 • Ingestão O comprimido chega ao intestino

A maior parte da absorção ocorre no trato gastrointestinal.

2 • Refeição O alimento melhora a absorção

Tomar a vilazodona com comida aumenta de forma importante a quantidade disponível no organismo.

3 • Circulação A molécula alcança o sistema nervoso

A partir da circulação, a vilazodona chega ao cérebro e atua sobre SERT e 5-HT1A.

4 • Metabolização O fígado participa da eliminação

Enzimas hepáticas transformam o medicamento em compostos que podem ser eliminados com maior facilidade.

Qual é o papel do fígado nos psicotrópicos?

O fígado participa do processamento de muitos medicamentos usados em psiquiatria. Depois que uma substância é absorvida pelo intestino, o sangue que vem do aparelho digestivo passa primeiro pelo fígado através da circulação porta. Essa passagem inicial pode modificar parte do medicamento antes de ele alcançar o restante do organismo. Esse fenômeno é chamado de metabolismo de primeira passagem.

As enzimas hepáticas fazem modificações químicas nas moléculas. Dependendo do medicamento, esse processo pode reduzir sua atividade, formar metabólitos que também têm efeito ou ativar um pró-fármaco. Outra função importante é tornar determinadas moléculas mais fáceis de eliminar pela urina ou pela bile.

Portanto, dizer que o fígado “prepara” todos os psicotrópicos para funcionar não é correto. Em alguns casos ele participa da ativação. Em muitos outros, sua principal função é metabolizar o fármaco, controlar sua exposição ao longo do tempo e favorecer a eliminação.

Na vilazodona, a molécula original já é ativa. O metabolismo ocorre principalmente pela enzima CYP3A4, com participação menor de outras vias. Esse dado importa porque alguns medicamentos podem aumentar ou reduzir a exposição à vilazodona ao interferirem nessas enzimas.

Que tipo de alimento deve acompanhar a vilazodona?

A orientação é tomar a vilazodona com uma refeição e não em jejum. Não precisa ser uma refeição rica em gordura. Estudos farmacológicos mostraram que tanto uma refeição leve quanto uma refeição mais calórica aumentam de maneira importante a absorção do medicamento.

Na prática, pode ser uma refeição habitual, inclusive leve. O ponto principal é haver alimento. Em jejum, a exposição à vilazodona pode cair aproximadamente pela metade, o que ajuda a explicar por que a orientação de tomá-la com comida faz parte da forma correta de uso e não apenas de uma tentativa de diminuir enjoo.

Também é útil manter um horário relativamente regular. Alguns minutos de diferença não significam uma mudança abrupta do tratamento, mas esquecimentos repetidos ou interrupções podem tornar a exposição ao medicamento mais irregular e favorecer sintomas de retirada em pessoas suscetíveis.

Quais efeitos esperar e quanto tempo leva para perceber melhora?

A vilazodona começa a produzir efeitos farmacológicos desde as primeiras doses, mas isso é diferente de obter o efeito antidepressivo completo. Melhorar uma depressão não depende apenas de “aumentar a presença de serotonina”. Receptores, circuitos cerebrais, processamento emocional, sono, energia e comportamento passam por adaptações graduais.

Primeiros dias

Podem surgir náusea, diarreia, dor de cabeça, alterações do sono ou maior inquietação.

Primeiras semanas

Algumas pessoas começam a notar mudanças em sono, ansiedade, energia, ruminação ou reatividade emocional.

Semanas seguintes

Humor, interesse, prazer, concentração e funcionamento podem melhorar progressivamente.

Na reavaliação

Importam sintomas, funcionamento, efeitos adversos, adesão e se a dose prescrita foi realmente tolerada.

Alguns estudos detectaram diferença entre vilazodona e placebo já nas primeiras semanas. Isso não demonstra que ela seja sempre mais rápida que outros antidepressivos e não permite prever em quantos dias uma pessoa específica começará a melhorar.

Quais são as possíveis vantagens e desvantagens da vilazodona?

Nenhum antidepressivo é a melhor opção para todas as pessoas. A escolha depende do diagnóstico, do padrão de sintomas, dos tratamentos anteriores, das condições clínicas, das outras medicações em uso e dos efeitos adversos que mais interferem na vida de cada paciente.

Possíveis vantagens

  • combina inibição do SERT com agonismo parcial 5-HT1A
  • tem eficácia demonstrada no transtorno depressivo maior em adultos
  • alguns estudos sugerem impacto sexual médio relativamente favorável em comparação com determinados antidepressivos serotoninérgicos
  • o ganho de peso não apareceu como um efeito marcante nos estudos de curta duração
  • pode ser uma alternativa quando outros tratamentos produziram efeitos adversos difíceis de tolerar

Desvantagens e limitações

  • náusea e diarreia podem ser frequentes no início
  • precisa ser tomada com alimento para manter absorção adequada
  • pode interagir com outros medicamentos, especialmente por vias relacionadas à CYP3A4
  • pode causar insônia, tontura, dor de cabeça e efeitos sexuais em algumas pessoas
  • pode produzir sintomas de retirada quando é interrompida abruptamente ou quando a redução é rápida demais
  • não há evidência de superioridade global sobre todos os antidepressivos já disponíveis

A indicação de vilazodona, assim como a de qualquer antidepressivo, deve ser precedida por uma primeira avaliação psiquiátrica qualificada. Antes de escolher uma medicação, é necessário compreender se há realmente um transtorno depressivo, quais sintomas precisam ser tratados, que hipóteses diagnósticas precisam ser confirmadas ou afastadas, quais tratamentos já foram tentados e que riscos ou efeitos adversos precisam ser considerados.

A escolha do antidepressivo começa pela avaliação, não pela receita

Uma primeira consulta psiquiátrica bem estruturada permite organizar sintomas, história clínica, tratamentos anteriores, sono, ansiedade, saúde física, sexualidade e outras medicações antes de decidir se um antidepressivo é indicado e qual opção faz mais sentido.

Informações sobre o atendimento. A definição do tratamento depende de avaliação médica individual.

Brain zaps: o que são e por que podem aparecer?

Algumas pessoas descrevem sensações muito breves semelhantes a um choque, estalo, vibração ou “tranco” na cabeça durante a redução ou interrupção de antidepressivos. O brain zap descreve esse fenômeno sensorial. Ele não deve ser interpretado como evidência, por si só, de uma descarga epiléptica.

Brain zap: o que é e por que acontece

Uma alteração sensorial associada à retirada de antidepressivos

  • Como pode ser percebido: choque muito breve na cabeça ou no corpo, às vezes acompanhado de tontura, desequilíbrio, ruído interno ou sensação de movimento.
  • Quando costuma aparecer: após interrupção abrupta, redução rápida ou doses perdidas, principalmente quando a exposição ao antidepressivo cai em pouco tempo.
  • Uma possível explicação: durante o uso continuado, receptores e circuitos cerebrais se adaptam à presença do antidepressivo. Quando a concentração cai rapidamente, a sinalização serotoninérgica muda antes que essas adaptações tenham tempo de se reorganizar. Isso pode produzir uma alteração transitória de redes sensoriais e vestibulares.
  • Movimentos dos olhos: pesquisas observacionais encontraram associação frequente entre brain zaps e movimentos laterais dos olhos. Esse achado levanta a hipótese de participação de circuitos vestibulo-oculares, mas não define um mecanismo único.
  • Na vilazodona: a bula descreve parestesias e sensações semelhantes a choques elétricos entre os possíveis sintomas de descontinuação.
O fenômeno também é descrito com outros antidepressivos. Há relatos com venlafaxina, desvenlafaxina, paroxetina, duloxetina e outros antidepressivos serotoninérgicos. Medicamentos de meia-vida mais curta podem produzir sintomas de retirada mais cedo depois de uma interrupção ou dose perdida.

A neurobiologia dos brain zaps ainda não está completamente esclarecida. A explicação acima é uma hipótese compatível com o que se conhece sobre síndrome de retirada de antidepressivos e com os achados observacionais disponíveis. Não existe um único receptor, circuito ou exame que explique sozinho o fenômeno.

Se esquecer uma dose, não dobre a próxima para compensar.

A bula orienta tomar a dose esquecida quando lembrar, a menos que já esteja próximo do horário seguinte. Nesse caso, a dose esquecida é pulada e o horário habitual é retomado. Mudanças de dose ou interrupção devem ser planejadas com o médico.

Vilazodona e resposta sexual: o que você precisa saber

A função sexual pode mudar durante uma depressão e também durante o tratamento. Quando aparecem queda de libido, dificuldade de excitação ou alteração do orgasmo, é preciso considerar pelo menos três possibilidades: efeito do próprio episódio depressivo, efeito do medicamento e mudança da função sexual à medida que a depressão melhora.

Desejo A depressão pode reduzir interesse sexual. Antidepressivos serotoninérgicos também podem diminuir a libido em algumas pessoas.
Excitação Ereção, lubrificação e sensação de excitação podem ser influenciadas tanto pelo estado emocional quanto pelo tratamento.
Orgasmo e ejaculação Pode ocorrer maior demora para atingir o orgasmo, dificuldade orgástica ou alteração da ejaculação.

A vilazodona costuma ter menos efeito sexual?

Alguns estudos sugerem um perfil sexual relativamente favorável em comparação com antidepressivos que costumam produzir mais disfunção sexual. Em uma pesquisa comparativa, a vilazodona teve resultados melhores que a paroxetina em algumas medidas. Um artigo científico publicado em 2024 também encontrou a vilazodona entre as opções com resultados relativamente favoráveis para alguns efeitos sexuais.

Isso não significa que a vilazodona seja “neutra” para a sexualidade. A bula inclui redução da libido, disfunção erétil, alterações na ejaculação e alterações no orgasmo entre os possíveis eventos adversos. O dado mais importante para a prática é comparar a função sexual antes e depois do início do tratamento.

Melhorar da depressão também pode melhorar a sexualidade. Uma pessoa pode recuperar desejo, prazer e interesse sexual porque o episódio depressivo melhorou, mesmo que o medicamento produza algum efeito sexual. Por isso, avaliar como estava a função sexual antes da prescrição ajuda a interpretar o que acontece depois.

Quais cuidados merecem atenção?

Antes de iniciar vilazodona, o médico precisa conhecer outras medicações e substâncias em uso, doenças clínicas, tratamentos anteriores e a história de humor. Períodos prévios de euforia, irritabilidade importante, redução da necessidade de sono, aceleração ou comportamentos muito diferentes do habitual podem exigir investigação de transtorno bipolar antes de iniciar um antidepressivo.

Também é necessário revisar medicamentos que aumentam a transmissão serotoninérgica e substâncias que interferem no metabolismo pela CYP3A4. Algumas combinações podem aumentar ou reduzir a exposição à vilazodona e exigir ajuste ou acompanhamento mais próximo.

A dose costuma ser aumentada gradualmente para melhorar a tolerabilidade, especialmente gastrointestinal. A dose adequada e a velocidade de aumento ou redução precisam ser individualizadas. Não é recomendável copiar esquemas de dose encontrados na internet.

Perguntas frequentes sobre vilazodona

Aymee é vilazodona?

Sim. Aymee® é um nome comercial de cloridrato de vilazodona disponível no Brasil.

Vilazodona é um ISRS?

Ela compartilha com os ISRS a inibição da recaptação de serotonina, mas acrescenta agonismo parcial no receptor 5-HT1A. Por isso, costuma ser descrita como um SPARI.

Vilazodona age mais rápido que outros antidepressivos?

Alguns estudos identificaram melhora em avaliações iniciais, mas não existe demonstração consistente de que a vilazodona seja sempre mais rápida que outros antidepressivos. A resposta individual continua sendo avaliada ao longo das semanas.

Por que a vilazodona precisa ser tomada com comida?

Porque o alimento aumenta de forma importante sua absorção. A refeição pode ser leve. Em jejum, a quantidade de medicamento disponível no organismo pode cair aproximadamente pela metade.

Esquecer uma dose pode causar brain zaps?

Pode ocorrer em pessoas suscetíveis, porque a queda da exposição ao antidepressivo pode desencadear sintomas de retirada. Isso não acontece com todas as pessoas e não deve ser manejado dobrando a dose seguinte.

Vilazodona pode afetar libido ou orgasmo?

Sim. Alguns estudos sugerem risco sexual relativamente favorável quando comparado ao de certos antidepressivos, mas alterações de desejo, ereção, ejaculação e orgasmo continuam possíveis.

Vilazodona pode ser interrompida de uma vez?

Em geral, antidepressivos serotoninérgicos não devem ser interrompidos abruptamente. A retirada costuma ser planejada de forma gradual e individualizada para reduzir sintomas de descontinuação.

A medicação vem depois de entender o quadro

Uma primeira avaliação psiquiátrica permite compreender o diagnóstico, o que precisa ser tratado e quais estratégias fazem sentido. Quando há indicação de antidepressivo, a escolha considera sintomas, tratamentos anteriores, sono, ansiedade, sexualidade, condições clínicas, outras medicações e preferências do paciente.

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Dra. Aline Rangel, médica psiquiatra, psicoterapeuta e sexóloga

Dra. Aline Rangel

CRM-SP 132.102 | RQE 39.196

Médica psiquiatra, psicoterapeuta e sexóloga.

Especialista em Sexualidade Humana pelo Programa de Estudos em Sexualidade (PRO-SEX), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq/HC-FMUSP). Especialista em Farmacodependências e Dependências Comportamentais pelo PROJAD/UNIFESP. Especialista em Sono pelo Instituto do Sono/UNIFESP. Mestre em Psicobiologia pela UNIFESP. Doutora em Psicologia, com ênfase em Sexualidade e Estudos de Gênero, pela UCES.

Sua prática integra psiquiatria, psicoterapia e sexualidade humana no cuidado de sofrimento emocional, burnout, dificuldades do sono e condições psiquiátricas associadas.

A Dra. Aline Rangel atende presencialmente em São Paulo e, por telemedicina, em consultas online para todo o Brasil.

Referências científicas e materiais consultados

  1. Libbs Farmacêutica. Aymee® (cloridrato de vilazodona). Bula profissional. Consultar bula profissional.
  2. U.S. Food and Drug Administration. Clinical Pharmacology Review. Vilazodone. Seção sobre efeito dos alimentos e metabolismo. Consultar revisão da FDA.
  3. U.S. Food and Drug Administration. VIIBRYD (vilazodone hydrochloride). Prescribing Information. Consultar bula da FDA.
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  7. Clayton AH, Kennedy SH, Edwards JB, et al. Sexual dysfunction during treatment of major depressive disorder with vilazodone, citalopram, or placebo. International Clinical Psychopharmacology. 2015. PubMed.
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  9. Artigo científico publicado em 2024 sobre efeitos sexuais de antidepressivos, incluindo vilazodona. PubMed.
Declaração de independência editorial e conflitos de interesse

Este artigo foi produzido de forma independente. A autora declara não possuir conflito de interesses relacionado a este conteúdo. Não há parceria, patrocínio, contrato promocional ou incentivo financeiro da Libbs Farmacêutica para a produção deste artigo ou para a prescrição de Aymee® ou vilazodona. A menção ao nome comercial tem finalidade exclusivamente informativa. Este conteúdo não representa recomendação de marca nem incentivo à prescrição. A indicação de qualquer antidepressivo depende de avaliação clínica individual.

Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui avaliação médica. Não inicie, ajuste ou interrompa medicação com base apenas em informações da internet.

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