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Síndrome de Bornout no contexto do trabalho: o que é e como tratar?

Síndrome de Bornout no contexto do trabalho: o que é e como tratar?

16 de junho de 2020 by

A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, semelhante como queimar por completo) ou esgotamento profissional, aparece em decorrência do acúmulo exagerado de estresse nos trabalhadores. Principalmente, naqueles que atuam em ambientes muito competitivos, que geram amontoamentos de funções ou com que envolvam atividades de extrema responsabilidade.

No Brasil, 30% dos profissionais apresentam os sintomas relacionados à síndrome. As informações são de uma pesquisa da filial nacional da International Stress Management Association (Isma), a mais antiga associação, sem fins lucrativos, voltada para a pesquisa e desenvolvimento da prevenção e do tratamento de estresse no mundo. O estudo entrevistou mil pessoas, entre 20 a 60 anos.

A síndrome é um distúrbio psíquico marcado pelo estado de tensão emocional constante provocado por condições de trabalho desgastantes. Ele foi descrito, pela primeira vez, em 1974 por Herbert J. Freudenberger, médico psicanalista alemão, que verificou os sintomas, inicialmente, em si mesmo e, posteriormente, em outros médicos e pesquisadores.

Causas da síndrome de bornout

A síndrome aparece, especialmente, em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso e estão ligadas às áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos.

Profissionais que exercem as funções de agentes penitenciários, bombeiros, policiais, advogados, atendentes de call centers e mulheres que enfrentam dupla ou tripla jornada, correm um risco maior de desenvolver a doença.

A síndrome pode ser manifestada ainda quando se impõe metas e prazos inexequíveis ou muito difíceis de serem executados, gerando um desgaste muito grande por parte da pessoa, tanto de esforço físico, quando de horários e jornadas prolongadas, sem pausas ou descansos.

Sintomas

  • ·Sentir-se esgotado e desanimado;
  • Dor de cabeça recorrente;
  • Alterações no apetite;
  • Alterações no sono;
  • Apresentar sentimentos constantes de fracasso e insegurança;
  • Dificuldade para cumprir as tarefas do trabalho;
  • Isolamento;
  • Agressividade e irritabilidade;
  • Mudanças severas de humor;
  • Dificuldade de concentração;
  • Lapsos de memória;
  • Suor excessivo;
  • Distúrbios gastrintestinais;
  • Pressão alta;
  • Dores musculares;
  • Baixa autoestima.

Como tratar

Quando observado que os sintomas acima são recorrentes, concomitantes ou não, é de vital importância que se procure ajuda médica. O psiquiatra está apto para fazer o diagnóstico, que em alguns casos pode ser confundido com um quadro de depressão.

É fundamental que não se espere que os sintomas se agravem e se alcance um quadro clínico mais grave, ao menor sintoma procure um especialista. Este profissional ajudará no desenvolvimento de estratégias para aliviar o estresse e pressão constantes.

Em alguns casos, poderão também serem receitados medicamentos para o controle desses gatilhos que geram a síndrome.Como previnir

A prática de exercícios físicos regulares pode combater o aparecimento da síndrome e até mesmo ajudar no processo de tratamento. Atividades físicas contribuem para a circulação, para pensamentos menos pesados, permitem uma “fuga” da realidade e favorecem a produção de substâncias que causam o relaxamento e o bem-estar.

Participe também de atividades com amigos e familiares, que tragam conforto e leveza. Reserve momentos para o descanso e para atividades prazerosas. No trabalho, procure estipular metas plausíveis e que possam ser executadas, tente evitar o acúmulo de tarefas e programe momentos de pausa. Essas ações podem contribuir para melhorar a qualidade de vida e evitar o aparecimento da doença.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em São Paulo!



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